
Por: Cristhiane Mitsi
Psicóloga – CRP: 08/08200-4
Hoje em dia, quando se vai ao médico, seja por qual motivo for, além de prescrever o tratamento medicamentoso (se for necessário!), ele também recomendará uma alimentação saudável e prática de atividade física.
Em decorrência disso, é bastante comum, encontrarmos nas academias pessoas que se depararam com diagnósticos de hipertensão, diabetes, dislipidemias, ou ainda, tiveram um susto em decorrência de um infarto, por exemplo, buscando uma vida mais saudável, recomendada pelo médico, claro!
Porém, muitas vezes, a dificuldade em aderir a esse novo hábito acarreta no abandono rápido de tal atividade. E desculpas como: falta de tempo, questões financeiras, preguiça, falta de vontade, dores diversas, entre outras, estão presente no discurso dessas pessoas para não praticarem atividade física.
O crescimento da população com diagnósticos de obesidade, hipertensão, diabetes e dislipidemias é assustador. Muitas vezes, a pessoa não possui só um desses diagnósticos, mas todos ao mesmo tempo! Uma bomba relógio capaz de explodir a qualquer momento!!!
A descoberta de uma doença crônica (diabetes e hipertensão) é assustadora, e requer cuidados redobrados com a saúde, uma vez que a prevenção de outras doenças mais sérias, (que podem evoluir a partir destas) é necessária. Sentimentos de raiva, tristeza e confusão são comuns, uma vez que a pessoa se encontra em uma situação de mudança, a qual não escolheu. Deve-se tomar cuidado também, porque esse tipo de doença costuma ser ‘silenciosa’, o fato de não ter sintomas que incomodem a pessoa (como dores ou mal estar) pode levá-la a se acomodar... E aí mora o perigo!
A alimentação correta e a prática de atividades físicas são essenciais para essa população e ao mesmo tempo são as maiores dificuldades encontradas também. Muitas vezes, a mudança de hábitos de uma vida toda (sedentarismo e hábitos alimentares errados) é extremamente sacrificante para a pessoa.
Aprendemos a comer e a ter gosto pela atividade física a partir do momento que somos estimulados a isso. Se desde criança se é acostumado a comer saudavelmente e praticar exercícios físicos, provavelmente, este hábito prevalecerá para o resto da vida, e o risco de obter doenças será menor. Mas não é isso que acontece. Pois, com a vida cada vez mais ‘corrida’, os adultos aderem às comidas mais fáceis de preparar (produtos industrializados); e com a evolução da indústria/comércio, cada vez mais temos alimentos mais saborosos e ricos em carboidratos, açúcares e gorduras nas mesas. E as crianças crescem e aprendem os hábitos de seus pais.
Em relação à atividade física, percebe-se a evolução cada vez maior de brinquedos e jogos eletrônicos que, por sua vez, não estimulam o movimento do corpo. O número de crianças obesas tem aumentado consideravelmente, o que é bastante preocupante, pois a tendência a desenvolver outras doenças é alta. E a evolução da tecnologia não atinge somente as crianças, mas os adultos também, que se servem do mundo virtual para resolver as questões do dia-a-dia, de equipamentos cada vez mais modernos que exigem cada vez menos movimento do corpo (apertar botão não gasta tanta energia assim!!!).
(Alguém já assistiu Wall-E??? Se não, assistam! Fica nítido tudo isso!)
Mas, lembre-se que, não é porque houve um diagnóstico de uma doença que a pessoa não pode ter uma boa qualidade de vida. Hábitos saudáveis não quer dizer não ter prazer!!! Quer dizer adequação, atitude para viver mais e sem complicações maiores para a saúde.
A Organização Mundial da Saúde lembra que “Saúde é um estado de completo bem-estar físico, psíquico e social e não meramente ausência de doença.”. Isso significa que cuidar do seu corpo, da sua vida social e pessoal são formas essenciais de dispor saúde. Não espere ter um diagnóstico médico para cuidar de você mesmo, faça isso por gostar de você e gostar de viver.
Psicóloga – CRP: 08/08200-4
Hoje em dia, quando se vai ao médico, seja por qual motivo for, além de prescrever o tratamento medicamentoso (se for necessário!), ele também recomendará uma alimentação saudável e prática de atividade física.
Em decorrência disso, é bastante comum, encontrarmos nas academias pessoas que se depararam com diagnósticos de hipertensão, diabetes, dislipidemias, ou ainda, tiveram um susto em decorrência de um infarto, por exemplo, buscando uma vida mais saudável, recomendada pelo médico, claro!
Porém, muitas vezes, a dificuldade em aderir a esse novo hábito acarreta no abandono rápido de tal atividade. E desculpas como: falta de tempo, questões financeiras, preguiça, falta de vontade, dores diversas, entre outras, estão presente no discurso dessas pessoas para não praticarem atividade física.
O crescimento da população com diagnósticos de obesidade, hipertensão, diabetes e dislipidemias é assustador. Muitas vezes, a pessoa não possui só um desses diagnósticos, mas todos ao mesmo tempo! Uma bomba relógio capaz de explodir a qualquer momento!!!
A descoberta de uma doença crônica (diabetes e hipertensão) é assustadora, e requer cuidados redobrados com a saúde, uma vez que a prevenção de outras doenças mais sérias, (que podem evoluir a partir destas) é necessária. Sentimentos de raiva, tristeza e confusão são comuns, uma vez que a pessoa se encontra em uma situação de mudança, a qual não escolheu. Deve-se tomar cuidado também, porque esse tipo de doença costuma ser ‘silenciosa’, o fato de não ter sintomas que incomodem a pessoa (como dores ou mal estar) pode levá-la a se acomodar... E aí mora o perigo!
A alimentação correta e a prática de atividades físicas são essenciais para essa população e ao mesmo tempo são as maiores dificuldades encontradas também. Muitas vezes, a mudança de hábitos de uma vida toda (sedentarismo e hábitos alimentares errados) é extremamente sacrificante para a pessoa.
Aprendemos a comer e a ter gosto pela atividade física a partir do momento que somos estimulados a isso. Se desde criança se é acostumado a comer saudavelmente e praticar exercícios físicos, provavelmente, este hábito prevalecerá para o resto da vida, e o risco de obter doenças será menor. Mas não é isso que acontece. Pois, com a vida cada vez mais ‘corrida’, os adultos aderem às comidas mais fáceis de preparar (produtos industrializados); e com a evolução da indústria/comércio, cada vez mais temos alimentos mais saborosos e ricos em carboidratos, açúcares e gorduras nas mesas. E as crianças crescem e aprendem os hábitos de seus pais.
Em relação à atividade física, percebe-se a evolução cada vez maior de brinquedos e jogos eletrônicos que, por sua vez, não estimulam o movimento do corpo. O número de crianças obesas tem aumentado consideravelmente, o que é bastante preocupante, pois a tendência a desenvolver outras doenças é alta. E a evolução da tecnologia não atinge somente as crianças, mas os adultos também, que se servem do mundo virtual para resolver as questões do dia-a-dia, de equipamentos cada vez mais modernos que exigem cada vez menos movimento do corpo (apertar botão não gasta tanta energia assim!!!).
(Alguém já assistiu Wall-E??? Se não, assistam! Fica nítido tudo isso!)
Mas, lembre-se que, não é porque houve um diagnóstico de uma doença que a pessoa não pode ter uma boa qualidade de vida. Hábitos saudáveis não quer dizer não ter prazer!!! Quer dizer adequação, atitude para viver mais e sem complicações maiores para a saúde.
A Organização Mundial da Saúde lembra que “Saúde é um estado de completo bem-estar físico, psíquico e social e não meramente ausência de doença.”. Isso significa que cuidar do seu corpo, da sua vida social e pessoal são formas essenciais de dispor saúde. Não espere ter um diagnóstico médico para cuidar de você mesmo, faça isso por gostar de você e gostar de viver.
* A Cris é nossa colaboradora aqui no blog e aluna da academia.
