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domingo, 28 de março de 2010

Cuide do seu punho ao malhar


De acordo com uma matéria publicada no site Minha Vida, movimentos repetitivos e de alto impacto são as maiores causas de lesões no punho em academias. Muitos alunos iniciantes sobrecarregam o punho exagerando no peso e na frequência dos exercícios. Os ossos do punho são muito maleáveis, com o impacto da atividade podem se deslocar e infeccionar, pressionando os músculos da região e causando dor. Segundo especialistas são precauções importantes dosar a carga e manter uma postura adequada, para fortalecer os tendões e impedir lesões no local. É importante também alongar a região deixando as articulações mais livres e, consequentemente, menos vulneráveis. Fique atento!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Câimbras? Ai que dor!


Segundo uma matéria publicada no Portal da Educação Física, a ciência ainda não conseguiu definir as causas das câimbras. Médicos afirmam que existem duas teorias, a primeira sugere que a contração ocorre por desidratação, quando a pessoa pratica a atividade física sem repor água e minerais. E, de acordo com a segunda hipótese, a pessoa tem câimbra devido ao acúmulo de ácido lático no músculo, pessoas menos treinadas acumulam mais ácido lático e tendem a sentir mais câimbras.

Mesmo sem ter as causas definidas, especialistas indicam como evitar essas contrações, entre elas o alongamento antes de iniciar a atividade, hidratar-se durante atividades longas e não partir para atividades intensas sem um treinamento gradual.

Quanto às câimbras noturnas, que não têm relação com a atividade física, os especialistas sugerem procurar um diagnóstico médico adequado, pois pode existir relação com alguma síndrome neurológica.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O descanso também faz parte do treino


Uma matéria publicada na Folha Online e também no Portal da Educação Física reforça a importância de não abusar do exercício físico, pois o excesso pode provocar sérias lesões ao praticante.

Segundo especialistas, quando o músculo é submetido a uma carga maior do que pode suportar, existe o risco de um processo inflamatório mais agudo, que dependendo do grau pode provocar dor, inchaço, hematomas e prejuízo ou perda da função muscular.

A lesão muscular mais comum é o estiramento, que ocorre quando as fibras são alongadas além dos limites normais.

Pode variar entre os graus 1, 2 e 3, de acordo com o percentual de fibras musculares atingidas. No grau máximo pode ocorrer ruptura completa ou de grande parte do músculo.

A segunda lesão mais comum é a contratura muscular, caracterizada pela "fisgada" e tensão muscular, acompanhadas de sensação de dor. É causada pela falta de alongamento, esforço excessivo ou fadiga muscular.

Profissionais afirmam que uma boa medida de prevenção dessas e outras lesões é fazer um aquecimento antes da atividade física e um alongamento suave após o treinamento, deixando o alongamento mais intenso para sessões isoladas e em dias alternados ao treino de musculação.

É importante também prestar atenção aos limites do corpo, tanto nos exercícios de força, como nos alongamentos.

Fique atento!

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Alongar é preciso


Em uma das edições do Fitness Clip da Body Systems o Dr. Marcelo Henrique de Andrade explica os benefícios do alongamento. Segundo ele através do aumento da flexibilidade articular ocorre uma maior amplitude dos movimentos e, consequentemente, são diminuídos os riscos de lesões na prática de atividades físicas e também em tarefas do cotidiano. Outro benefício citado por ele é a melhora da coordenação motora e reflexos em geral.

A prática mais segura é o "alongamento estático", ou seja, posicionar o músculo em situação de distensão no limite de tolerância (sem dor) e permanecer nessa posição por até 30 segundos.

Existe uma polêmica sobre alongar antes ou depois do exercício. De acordo com o Dr. Marcelo o alongamento deve ser praticado antes, como parte do aquecimento, depois da atividade, como rotina de recuperação e também como exercício principal, para melhorar a consciência corporal, estimular a flexibilidade e aliviar tensões involuntárias.

Ele recomenda também não fazer alongamento em músculos doloridos, inflamados ou com qualquer tipo de lesão. Para essas situações específicas é necessário avaliação e acompanhamento especializados.