
A Revista Época publicou uma matéria chamada "Esporte devagar e sempre envelhece", onde são apresentados estudos que afirmam que atividades de longa duração para idosos favorecem a perda de cálcio, mineral essencial para os ossos.
A reportagem foi baseada nas conclusões sobre um evento promovido pelo Grupo Pão de Açúcar, que reuniu pesquisadores estrangeiros e profissionais brasileiros para discutir o tema "Como viver mais e melhor". O tema central das palestras e debates era o tipo de exercício físico que mais favorece um envelhecimento saudável.
Segundo os profissionais participantes do evento a melhor estratégia para adiar as perdas inevitáveis que a idade provoca, tais como redução da massa muscular e óssea e perda das funções do aparelho locomotor, é pegar pesado na hora de treinar. Uma vez que exercícios físicos mais intensos são mais eficientes para provocar o depósito de cálcio nos ossos.
Uma das conclusões dos debates é que o idoso precisa é de exercício curto e intenso, o que contraria a teoria das caminhadas leves que normalmente se aplica.
Outro argumento apresentado no evento pela fisiologista Wendy Kohrt, professora titular da cadeira de Geriatria da Universidade de Denver (EUA), em defesa dos exercícios pesados para os idosos, é a perda de massa óssea durante o exercício aeróbio.
Segundo ela, um estudo feito por sua equipe com homens ciclistas (atletas) sugere que exercícios de longa duração, que geram grande quantidade de suor, favorecem a perda de cálcio na transpiração. No mesmo estudo, o uso de uma bebida enriquecida com cálcio antes e depois do treino mostrou-se eficiente na recuperação da massa óssea. Agora, a pesquisadora está repetindo o estudo com mulheres em menopausa. Os resultados preliminares sugerem que o que acontece com atletas jovens também pode ser observado em idosos.
Confira a reportagem toda no site abaixo e deixe aqui seus comentários a respeito.
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